Para médicos, dentistas, clínicas e hospitais
Recebeu uma notificação ou uma ação de paciente?
Em ações de indenização, o profissional responde mediante prova de culpa, enquanto hospitais e clínicas costumam responder de forma objetiva pelos serviços. Essa diferença muda toda a estratégia de defesa.
Em que fase está o seu caso?
Notificação ou reclamação
Momento em que muitas vezes é possível esclarecer ou resolver sem processo.
Ação judicial
Contestação, documentos e indicação de assistente técnico.
Perícia
Fase em que o caso costuma ser decidido. Exige preparo técnico.
Sentença e recursos
Acompanhamento até o encerramento, incluindo eventual acordo.
Como atuamos
- Avaliação inicial da notificação ou da ação, com leitura integral do prontuário.
- Contestação técnica, com os documentos do atendimento.
- Perícia: indicação e orientação de assistente técnico, quesitos e acompanhamento.
- Coordenação entre profissional, clínica, hospital e seguradora de responsabilidade civil, quando houver.
- Acordos quando fizer sentido para o cliente.
Temas frequentes
Complicações cirúrgicas, infecção hospitalar, queda de paciente, falha de diagnóstico, resultado estético, falhas de comunicação e, cada vez mais, o uso de ferramentas tecnológicas e de inteligência artificial no atendimento.
Experiência construída na defesa de grandes hospitais e de profissionais da saúde.
- processos de experiência
- +25 mil
- processos de grandes hospitais
- +5 mil
- registro da sociedade na OAB/SP
- nº 14.764
Perguntas frequentes
O médico responde da mesma forma que o hospital?
Não. Pelo Código de Defesa do Consumidor (art. 14), o profissional liberal responde mediante verificação de culpa, enquanto o fornecedor do serviço, como o hospital, responde independentemente de culpa pelos defeitos do serviço, com as exceções previstas em lei.
Qual é o prazo para o paciente entrar com a ação?
Em regra, o Código de Defesa do Consumidor prevê cinco anos contados do conhecimento do dano e de sua autoria (art. 27). A contagem depende do caso.
Vale a pena fazer acordo?
Depende da prova, do risco e do custo do processo. A decisão é do cliente, com base em uma avaliação franca do caso.
Para entender melhor
- Prontuário e TCLE como prova: o que protege o médico e o hospitalPor que o prontuário e o termo de consentimento são as provas centrais em processos éticos e judiciais, e como torná-los efetivos, incluindo o registro do uso de IA.
- Se a IA errar o diagnóstico, quem responde?Quem responde quando uma ferramenta de IA contribui para um erro: médico, hospital ou fornecedor, à luz do CDC e da Resolução CFM 2.454/2026.
Fale com o escritório
Descreva o caso em poucas linhas e indique se há prazo correndo. O escritório retorna o contato.
Se preferir: (11) 3719-0212 ou WhatsApp.